sábado, 20 de novembro de 2010

Eu Tenho Um Sonho


"Eu tenho um sonho que um dia esta nação se erguerá e viverá o verdadeiro significado de seus princípios: 'Nós acreditamos que esta verdade seja evidente, que todos os homens são criados iguais.' ... Eu tenho um sonho que um dia minhas quatro crianças viverão em uma nação onde não serão julgadas pela cor de sua pele, mas sim pelo conteúdo de seu caráter." "Temos de enfrentar dificuldades, mas isso não me importa, pois eu estive no alto da montanha. Isso não importa. Eu gostaria de viver bastante, como todo o mundo, mas não estou preocupado com isso agora.

Só quero cumprir a vontade de Deus, e ele me deixou subir a montanha. Eu olhei de cima e vi a terra prometida. Talvez eu não chegue lá, mas quero que saibam hoje que nós, como povo, teremos uma terra prometida. Por isso estou feliz esta noite. Nada me preocupa, não temo ninguém.

Vi com meus olhos a glória da chegada do Senhor". "Todos os homens são iguais" "O que me preocupa não é o grito dos violentos. É o silêncio dos bons." "Um dia meus filhos viverão numa nação onde não sejam julgados pela cor de sua pele, mas pelo conteúdo do seu caráter". "Por isso estou feliz hoje. Nada me preocupa, não temo ninguém. Vi com meus olhos a chegada do Senhor"Foram as últimas palavras de Martin Luther King. "Ele lutou com todas as forças para salvar a sociedade de si mesma".
D. Coretta, esposa de Martin Luther King jr.

FONTE:




sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Singelezas

A vida tem mesmo isto de curioso: Pode nos brincar com um momento singelo no meio de um cotidiano atribulado, e pergunto-me o que seria de nós, mortais, imersos nesta esfera caótica, denominada planeta Terra, sem estas, digamos... Singelezas, e foi isto que encontrei nas minhas andanças pelas infovias, desta vez no mar do Youtub, um vídeo de uma canção italiana que amo de paixão de composta e interpretada por Zucchero, mas desta vez embalada pelas vozes juvenis da escola: Ada Negri. Confiram e sintam-se igualmente acalentados.


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Revendo a vida


Um dia xeretando o blog de uma amiga, deparei-me com um texto que muito intrigou-me.
(Ela escreve muito bem) o texto tinha uma mistura de nostalgia, reflexão e uma poesia que de algum modo remetia-me á muitas coisas. Costumam dizer que a arte tem isto de mais significativo: Um objeto artistico observado é sempre totalmente subjetivo a quem olha.

Talvez por isso, alguns textos e canções calem-me ao coração como este, que com a devida autorização da autora, agora publico aqui.


Fotos Antigas
Kátia Celeiros

Algumas vezes as fotos nos trazem uma série de recordações boas, mas essa foto em questão não me recorda nada.
Esta é uma das várias fotos do casamento de meus pais.
Este é um pai sorridente que nunca cheguei a conhecer e uma mãe exuberante.
Sempre que me lembro de meu pai, vejo-o com a cara de preocupado, nunca brincava, sempre falando sozinho ou perdido em seus pensamentos.
Quando me lembro de minha mãe é sempre arrumando alguma coisa, fazendo algo ou mantendo tudo em seu devido lugar.
A maior pena que eu sinto disso tudo é que não consegui ser uma mãe melhor, pois estou sempre calada, preocupada e não consigo ter tempo para “brincar” com meu filho.
Houve um tempo em que eu brincava muito com ele, mas o tempo foi passando as coisas foram se tornando difíceis e eu perdi a alegria.
Como posso passar uma alegria que não tenho?
Acho que o mesmo aconteceu com meus pais, embora eu não me lembre de “ter levado uma vida dura”, pelo contrário, a vida com meus pais era bastante confortável.
A vida foi me minando tão profundamente que não consigo entender como cheguei a tal ponto.
Queria poder voltar no tempo só para entrar de “penetra” nessa festa de casamento e “conhecer” essas pessoas que nunca fizeram parte da minha vida, mas que em algum dia existiram.

FONTE:

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