domingo, 29 de agosto de 2010

Confiança

Esta imagem sempre me traz uma doçura tal, um não sei que de confiança...
Observem como o gato delicia-se deste afago
e como a mão não esta totalmente repousada sobre ele,
fazendo com que o bichano esforce-se para também sentir a mão...
E desta forma, ambos são afagados...


Lenine, desculpe-me...


Paciência


LenineComposição: Lenine e Dudu Falcão



Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?A vida é tão raraTão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempoPara perder?
E quem quer saber?
A vida é tão raraTão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida é tão raraA vida é tão rara...
A vida é tão rara...




Desacelerar...
Como fazer isso?
Como encontrar um ponto de equilíbrio numa sociedade
que nos imprime ritmo tão atroz?
As demandas são maiores do que nossa capacidade de adaptação.
Esta semana bati meu próprio redord de resolução de pequenas
pendências, contudo, mau eu concluia uns 12 íntens de meu check-lits
diário e lá estavam mais 12 ou 1 novos íntens...
Isso chega mesmo a ser frustante, parece que diariamente você entra numa maratona
que inicia ao amanhecer e vai até o fim da noite e no final o placar acusa:
Você ainda não alcançou o número desejado de metas estabelecidas...
Ai da uma vontade brava de mandar tudo lá...
Você sabe.
Bem, não faço isso, mas ás vezes saio do ar, tal qual uma estação de rádio e tv.
E ninguém consegue me acessar...
Lenine ainda finge ter paciência...
Eu? nem isso mas...

Como posso perdoar?




O pecado danifica as relações entre as pessoas como prejudica nossa relação com nosso Criador. A pessoa contra quem se pecou frequentemente se sente ferida, talvez irada pela injustiça do pecado cometido. O perdão é necessário para a cura espiritual da relação, mas precisamos preparar nossos corações para perdoar. Precisamos aceitar a injustiça do ferimento, a deslealdade do pecado, e ficarmos prontos para perdoar (observe os exemplos de Jesus e Estevão; Lucas 23:34; Atos 7:60).
Mesmo se o pecador se recusar a se arrepender, não podemos continuar a nutrir a raiva, ou ela se tornará em ódio e amargura (veja Efésios 4:26-27,31-32). Ainda que o pecador possa manter sua posição como transgressor por causa de sua recusa a se arrepender, seu pecado não deverá dominar meu estado emocional.

E se o pecador se arrepender? Como posso aprender a perdoar? Jesus contou uma parábola sobre um servo que devia uma quantia enorme (10.000 talentos) ao seu rei (Mateus 18:23-35). Ele era incapaz de pagar a dívida e implorou ao rei por compaixão. O rei perdoou-o por sua enorme dívida, mas este servo prontamente saiu e encontrou um dos seus companheiros servos que devia a ele uma quantia relativamente pequena e exigiu pagamento, agarrando-o pelo pescoço. Ainda que o companheiro de servidão implorasse por compaixão, o credor entregou-o à prisão. Quando o rei foi informado dos atos de seu servo incompassivo, irou-se e reprovou este servo, entregando-o aos torturadores até que ele pagasse totalmente sua dívida. É claro que estamos representados na parábola pelo servo que tinha uma dívida enorme.
Não há comparação entre as ofensas que temos cometido contra Deus e aquelas que têm sido cometidas contra nós. Jesus observou que, justo como no caso do servo não misericordioso, o Pai não nos perdoará por nossas infraçõe se não perdoarmos nossos companheiros (18:35; veja também Mateus 5:7).

Para nos prepararmos para perdoar, precisamos lembrar que nós mesmos somos pecadores e necessitados do perdão divino (Romanos 3:23). No caso do cristão, Deus já lhe perdoou uma imensa dívida no momento do batismo. Quando nos lembramos da grandeza da dívida que Deus quer nos perdoar, certamente podemos perdoar aqueles que nos devem muito menos em comparação (Efésios 4:32; Colossenses 3:13).

­por Allen Dvorak
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Este estudo esta distribuido em partes pelos blogs co-irmãos, e pode ser apreciado integralmente no site acima linkado. Lembrando aos irmãos que neste mundo nada temos,
não temos posse sobre nada, nem sobre nós mesmos, tudo o que temos foi concedido por Deus
e pode ser por ele retirado, nem mesmo nossa vida nos pertence, somos apenas mordomos e como tal prestaremos conta de tudo aquilo que nos foi confiado e pouco cuidado.
Que Deus tenha misericórdia de nós.
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